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Você presentearia seu filho ou filha com uma arma carregada?

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A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA NO BRASIL E NO MUNDO

Criando um pequeno contexto

No inicio, os homens comercializavam através da troca ou escambo. Quando ficou mais difícil praticar o escambo, se utilizaram certos bens como moeda de troca (o gado, o sal) e, mais tarde, metais.

Palavras tais como Capital, Salário, Pecúnia ou Pecúlio derivam destas práticas. Capital deriva do latim “capita” (cabeça); a palavra Salário (remuneração devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem sua origem na utilização do sal como moeda para fazer esses pagamentos; as palavras Pecúnia (dinheiro) e Pecúlio (dinheiro acumulado) derivam da palavra latina “pecus” (gado).

Porem, as transações comerciais começaram a se complicar cada vez mais, já que em inúmeras ocasiões a troca não se realizava no mesmo momento. Quando se trocava gado por uma colheita de milho, muitas vezes era necessário aguardar a colheita, o que aconteceria vários meses depois.

Já no ano 8.000 AC, os habitantes da Mesopotâmia utilizavam fichas de barro para controlar os empréstimos de ovelhas e de trigo. E nos tempos modernos, esse controle evoluiu desde o “caderninho de mercadinho”, passando pela nota promissória, o cheque pré-datado, o carnê até o cartão de crédito.

O endividamento

Em definitiva, pode-se comprar hoje, sem dispor da moeda de troca, para pagar no futuro.

Essa compra para ser paga depois gera uma dívida (do latim “debita”), que popularmente se conhece como “obter um crédito”.

O poder do dinheiro

No inicio, os países acunhavam suas moedas utilizando os metais ouro, prata e cobre. Cada moeda valia seu peso no metal em que foi acunhada. Com o passar do tempo, esses metais preciosos eram guardados e se emitiam cédulas (papeis) que representavam esses valores. Essa foi a origem do papel moeda que utilizamos hoje.

Por que falamos do “poder do dinheiro”? Pois possuí-lo nos permite obter coisas que sem ele não seria possível. Falamos de poder como a “possibilidade de...”.

Ao ter 3 Reais eu tenho a possibilidade de comprar um boleto de metrô. Esses 3 Reais me dão o poder (a possibilidade) de fazer uma viagem de metrô.

Essa possibilidade que o dinheiro nos proporciona ganha conotações emocionais e influencia nossas decisões, muitas vezes desafiando os princípios da racionalidade. Em muitos casos, assume o papel de substituto do afeto. Pesquisas tem mostrado que, para algumas pessoas, o ato de tocar em notas de dinheiro pode reduzir momentaneamente desconfortos físicos.

Por tanto, esse poder vai além da possibilidade de adquirir bens e também pode, em muitos casos, ter conotações emocionais.

Poder sem controle...

Possuir dinheiro nos dá poder; não possuí-lo fisicamente, mas dispor de um crédito, nos da o mesmo poder e ainda não ativa nosso centro da dor ao momento de pagar.

Vamos falar de números:

FAMÍLIAS ENDIVIDADAS

Data

Total

Até 10 SM

Mais de 10 SM

Maio 2010

44,4%

46,8%

30%

Maio 2011

45,7%

47,6%

35,5%

Abril 2012

50,6%

53%

32,7%

 

RENDA COMPROMETIDA COM DÍVIDAS

Até 10%

11% ao 50%

Mais de 50%

22,3%

56,9%

17,2%

 

CAUSAS DOS ATRASOS / INADIMPLÊNCIA (Minas Gerais)

Descontrole / Falta de Planejamento

56,9%

Diminuição da renda familiar

20,2%

Ficou desempregado

 7,8%

Alguém da família desempregado

 7,7%

Doença na família

 4,3%

Emprestou o nome / Avalista / Fiador

 2,2%

Atraso salarial

 0,9%

Estas tabelas falam por sim mesmas, mas vamos reforça-las.

No mês de abril de 2012, quase o 51% das famílias estavam endividadas. Entre as famílias que ganham até 10 Salários Mínimos (SM), 53% delas estava endividada e entre as que ganham mais de 10 SM, quase o 33% delas estava endividada.

O 22% das famílias (1 de cada 5) tem comprometida até o 10% da renda familiar, o 57% das famílias brasileiras (6 de cada 10) tem comprometida entre 11% e o 50% da sua renda e 17% (quase 2 de cada 10) tem comprometida mais da metade da sua renda.

E falando das causas para os atrasos ou inadimplência, 57% das famílias (quase 6 de cada 10) não tem nenhum controle sobre as despesas e o 20% (1 de cada 5) foi devido à diminuição da renda familiar.

Provavelmente essas últimas percentagens devem de representar a média nacional das causas pelos atrasos e inadimplência.

E vamos para uma última tabela.

TIPO DE DÍVIDA

76,2%

Cartão de Crédito

15,2%

Carnês

14,6%

Crédito Pessoal

10,2%

Financiamento do carro

 6,6%

Cheque Especial

Estes números são muito preocupantes.

- Quase 8 de cada 10 famílias endividadas não controlam ou planejam suas despesas.

- A metade das famílias que recebem até 10 SM estão endividadas.

- 7 de cada 10 famílias tem comprometida até a metade da sua renda.

E se saímos do Brasil, nos Estados Unidos, Japão, Alemanha e na França a situação é pior ainda.

Tem como controlar?

Tem sim! E esse controle se chama EDUCAÇÃO FINANCEIRA.

A maioria das pessoas fica apavorada ao escutar esse nome, pois pensam em complicadas fórmulas matemáticas, juros simples e compostos, planilhas eletrônicas e coisas parecidas.

Mas a Educação Financeira visa ajudar às pessoas a criarem condutas que lhes permitam viver bem desde o ponto de vista financeiro, ou seja: ter saúde financeira.

E ter saúde financeira significa: não gastar mais do que se recebe e poupar para alcançar seus sonhos. A saúde financeira é o primeiro passo para alcançar a independência financeira, ou seja, deixar de trabalhar por necessidade para fazê-lo por prazer.

Muitos podem pensar: meu salário é uma mixaria, como pensar em poupar?

Você sabe quanto recebe mensalmente, em que gasta seu salário, quantos juros paga quando parcela suas compras, quantos descontos você perde pelo fato de parcelar uma compra em lugar de poupar primeiro e pagar à vista?

Todo isso e muito mais se aprende em um curso de Educação Financeira. A lição mais importante será que: A SAÚDE FINANCEIRA NÃO DEPENDE DE QUANTO VOCÊ GANHA, MAS DE COMO GASTA O QUE VOCÊ GANHA.

Para se educar financeiramente, aplicando ou gerando as condutas necessárias para alcançar ou manter sua saúde financeira, não existe limite de idade. A Educação Financeira pode começar a partir dos 4 anos de idade!

Crianças podem aprender as bases da saúde financeira, os jovens e os adultos também.

A Educação Financeira gera as condutas necessárias para ter uma relação saudável com o dinheiro, onde EU CONTROLO o dinheiro e o dinheiro não me controla.

Diagnosticar, Sonhar, Orçar, Poupar. Quatro passos que irão lhe ajudar a gerar e cuidar da sua saúde financeira. Isso é o que você vai aprender quando se educar financeiramente.

E voltando à arma...

Cada vez que recebemos dinheiro, recebemos poder, e quando damos dinheiro estamos dando esse poder para alguma outra pessoa.

Vamos imaginar por um momento que uma nota ou uma moeda seja uma espécie de arma. Essa arma nos permite conseguir coisas que desejamos e pode resultar perigosa, pois não conhecemos seu alcance nem sua potência.

Se fosse um revólver, você sairia disparando para todos os lados? Seguramente não. Antes você se informa de como funciona e em quais condições pode ser utilizado. Você se informa acerca de seu alcance e da sua potência, você aprende a utilizá-lo e... Deixa-o fora do alcance das crianças!

E porque não fazer o mesmo com o dinheiro? Ele da poder, tem conotações emocionais e desafia nossa racionalidade. Não são razões suficientes para “ler o manual antes de usar”?

A Educação Financeira é esse manual que nos permitirá ganhar dinheiro e desfrutá-lo sem as dores de cabeça que traz o endividamento. Que nos permitirá dar dinheiro aos nossos filhos para que também o desfrutem sem dores de cabeça. Que nos permitirá alcançar a autonomia financeira sem abrir mão dos nossos sonhos.

Gere disciplina, perseverança e atitude. Faça Educação Financeira. SEJA FELIZ!

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Silvio Bianchi, Educador Financeiro DSOP
Diretor e Fundador de BAB & ASSOCIADOS  Alto Desempenho – Finanças
BAB & Associados é a Unidade DSOP para São José dos Campos e Vale do Paraíba

 

Data: 27/02/2013

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